E quando a mudança atinge o Género?

Queremos mudar. Sim, queremos. Todos desejam sempre que o dia seguinte seja mais positivo, mais forte, mais sentido. Mas, a mudança como algo consequentemente do que nos é externo, também não vai resultar. Devemos querer e fazer acontecer. É isso que procuro provocar com os meus encontros criativos e inspiradores no “Change IT“.

Que a motivação venha de dentro, para que saia algo com força para fora.
E em várias áreas artísticas e personalidades se ouvem estes gritos de mudança.
Foi o que aconteceu com a atriz Lena Headey. Atirando um manifesto do direito das mulheres e reclamando o lugar das escolhas, para as meninas e mulheres que ainda não são ouvidas.

Para quem ainda não é um direito ser, escolher e ter o que apetece.
Esta reconhecida atriz, grávida pela segunda vez, de uma menina, coloca o dedo na ferida e pede-nos a todos para ajudarmos e mudarmos a consciência global em relação à igualdade do género.

E com esta explosão de vontade e afetos, espero que realmente consiga tocar todos os corações.
O Mundo precisa de vozes que forcem e inspirem à mudança.

Cada um faz o seu caminho. O meu tem este sentido. E o da Lena Headey também.
Já pensaram nas vossas escolhas?

No post que escreveu como convidada para do Blog da Organização Plan International USA, responsável pelo projeto ‘I am a Girl Safe Future‘, que ajuda jovens mulheres no Egito, a atriz reforçou o facto de a sua filha ter certos direitos garantidos, apenas graças ao país onde nasceu:

 

‘A minha filha vai ter liberdade de escolha. Vai ser livre para dançar, para cantar, para ser educada nos campos que despertam a sua paixão, para casar se quiser, para casar COM QUEM quiser, para ficar solteira, ou apaixonar-se por outra mulher. Ser-lhe-á permitido usar o que quiser, pôr batom, e ler livros que despertam o debate e expandem a sua mente. Será amada, protegida, respeitada e celebrada’.

Juntem-se a esta luta. É de todas nós. Para todos nós.

Um beijo com vontade de mudança,
Ana Rita