We Should All be Feminist!

We Should All be Feminist!

Comemorou-se, ontem, o Dia Internacional da Igualdade Feminina. Faz-me pensar esta celebração, em sociedades que deveriam estar mais evoluídas nesse sentido. Quero acreditar que a pouco e pouco assistimos a um avanço, abertura e ruptura de mentalidades em vários aspetos. É neste sentido que gosto também de levar este espaço de partilha e de debate, que é o Ana 272. E são assuntos que devemos sempre instigar à mudança. Não só porque sou mulher, mas porque todas as mulheres do mundo inteiro devem ser respeitadas e valorizadas de igual forma, tendo como máxima a dignidade da pessoa Humana.

Nem sempre foi fácil chegar onde chegámos em termos de conquistas e feitos, para que este dia existisse. Ao longo da História foi percorrida uma longa jornada, de pequenas conquistas que contribuíram para que este avanço se manifestasse num dia em que se celebra o valor da Igualdade Feminina. Para que nunca nos esqueçamos do trabalho de outras mulheres, recordo aqui grandes personalidades que marcaram a diferença, cada uma à sua maneira.

VIRGÍNIA WOOLF

Famosa pela sua vasta obra, Virgínia Woolf utilizou a literatura como ferramenta de denúncia à guerra e à opressão da mulher, desafiou a moral victoriana (Século XIX) e influenciou várias gerações de autoras.

COCO CHANEL

Um dos maiores nomes do mundo da moda. Coco Chanel deu início à sua carreira de maneira revolucionária, adaptando modelos de roupas tradicionalmente masculinas para o público feminino.

MARIE CURIE

Foi a primeira mulher a receber um prémio Nobel e a primeira pessoa do mundo a recebê-lo duas vezes em categorias diferentes. Destacada na área da Física e da Química, provou-se que também existe lugar para as mulheres no campo da Ciência.

EVA PERON

Idolatrada pela população da Argentina, Eva Peron é mundialmente conhecida pelas suas lutas no campo das desigualdades sociais e pela igualdade de género.

PRINCESA DIANA

Numa altura em que se assinala os 20 anos após a morte da princesa Diana relembramos também o seu trabalho. Conhecida por se envolver em trabalhos voluntários, Diana nunca baixou os braços à solidariedade, nem mesmo com os problemas que enfrentou na sua vida pessoal. Esta foi e será sempre lembrada como a Princesa do Povo.