Dia mundial da liberdade de imprensa

Dia mundial da liberdade de imprensa

A world that cannot see, cannot change.

Os destaques dos jornais de hoje não têm como passar indiferentes: “Há cada vez mais democracias a atacarem a liberdade de imprensa”.

De relembrar ainda o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que se referiu aos jornalistas como “inimigos do povo”, um termo utilizado pelo líder soviético José Estaline. Há duas semanas, o Presidente norte-americano sugeriu prender jornalistas para descobrir a origem de fugas de informação.

São ideias e ideais que me assustam, enquanto profissional da comunicação. O direito de nos exprimirmos, de duvidarmos, de contrapormos, de sermos curiosos, não deverá ser violado nunca. Imagino o que seria o meu dia-a-dia se não pudesse usufruir desta liberdade que nos foi dada. Não haveria conteúdo, não haveriam exclusivos, não haveriam histórias apaixonantes, não haveria conhecimento. O que seria de um mundo de olhos vendados?

E o que aqui quero delegar é uma mensagem positiva, sempre: por muito que as notícias não sejam as mais animadoras, não se ofusquem. Sejam curiosos, façam perguntas, duvidem, investiguem, denunciem, não se fiquem pela rama. E, mais importante, falem. Exprimam-se. Sejam a mudança que querem ver no mundo!

Que a verdade venha sempre ao de cima e que seja através de profissionais que todos os dias se dedicam à investigação justa, para que tenhamos sempre os olhos postos no mundo!