Temos que saber todos fazer o mesmo?

Temos que saber todos fazer o mesmo?

Já vos falei aqui ontem da responsabilidade que foi ter estado ontem tantas horas em total improviso, com uma câmara apontada a mim. Entrevistar pessoas sem perguntas preparadas, ripostar consoante as respostas e nunca (NUNCA!) deixar que haja um silêncio desconfortável.

Se nascemos todos com esta capacidade? Não sei. Não sei se será uma questão de treino. A única coisa que sei é que, no meu caso, isto já nasceu comigo. Sinto mesmo que nasci para isto: comunicar com pessoas, desafiá-las, descobri-las, explorá-las, dá-las a conhecer através de uma conversa de dois estranhos que se tornam amigos no tempo de antena.

Não me vejo a fazer outra coisa. Foi sempre assim, sempre foi isto que eu sabia que sabia fazer. E acho isto muito importante. Mais do que o que vos dá conforto, o que é que vos dá prazer? O que é que cada um de nós sabe que sabe fazer? Esse é o nosso propósito no mundo. Nascemos a saber fazer algo. Sem querer, especializamo-nos em alguma coisa. Por muito que ela nos possa parecer insignificante. Se a soubermos fazer, a taxa de sucesso tem tudo para ser 100%. E deixarmo-nos apaixonar por isso. Sem medo, sem vergonha. O que quer que seja. Forçar talentos para alcançar um qualquer objetivo, não resulta. O que é de raiz é natural, e isso sabe-se desde o primeiro segundo.

É só preciso tempo. É só preciso concentração. Desarrumem as vossas gavetas da vida e repensem. O que é que vocês sabem fazer? Isso será o vosso propósito no mundo. O meu, é este 🙂 (E a escolha do vestido vermelho também foi por aí… a atitude, a confiança naquilo que estava a fazer. Fácil!)

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